Uma história que sabe bem

A história da nossa Empresa começou em 1918, em Castelo Branco, quando o casal Santiago se dedicou a criar 300 ovelhas que produziam cerca de 50 litros de leite por dia.

A Queijos Santiago conta com mais de 100 anos de história na produção de queijos nacionais, produzidos com leite 100% português.

Com cinco unidades de produção em Portugal – Montemuro, Palmela, Monforte, Torres Vedras, Abrantes e um Centro Logístico na Venda do Pinheiro, a Queijos Santiago detém a responsabilidade pela recolha, produção, embalamento e distribuição de todos os seus produtos, o que permite garantir a máxima qualidade dos queijos que chegam à mesa de todos os Portugueses.

1918 – A AVENTURA COMEÇA

Joaquim Duarte e Josefa Bispo, os antecessores do Casal Santiago, casam e dão continuidade a um negócio com fraca expansão devido à I Guerra Mundial, a Casa Agrícola. Nesta fase, a produção dependia de 200 ovelhas de raça merina, que davam 30 litros de leite por dia.

1922 – PONTO DE PARTIDA

A produção artesanal dos Queijos Santiago começa em Castelo Branco, onde a família produz queijo para consumo próprio em Cafede e Póvoa de Rio Moinhos.

1937 – O CASAMENTO DO CASAL SANTIAGO

Joaquim Santiago casa-se com Maria da Conceição Bispo Santiago, a filha mais velha de Joaquim Duarte e Josefa Bispo, dando início ao segundo arranque do negócio familiar de laticínios: a Queijos Santiago. Através da moderna distribuição da época, que consistia numa carroça e na venda direta, os Santiago estreiam-se na comercialização de queijo nas feiras das localidades mais próximas (Alcains, Fundão, Ponte Pedrinha).

1939 – NASCIMENTO DO 1 º FILHO

Nasce José Alexandre Duarte Santiago, o primeiro filho do casal Santiago e a terceira geração do negócio.

1953 – DO LEITE PARA A MANTEIGA

Joaquim Santiago, com uma desnatadeira Westfalia que comprou e um barril de 25 litros, cria o protótipo de uma batedeira e começa a bater as natas do leite de ovelha para fazer manteiga, uma iguaria rara para a época.

1959 – A MANTEIGA PUXA O QUEIJO

Os Queijos Santiago ganham o prémio de melhor queijo ovino.

José Alexandre Santiago destaca-se na disciplina de Leite e Laticínios, na Escola Prática da Paiã.

Até finais de 1959, a família Santiago foi das poucas a fazer manteiga de ovelha artesanal em Portugal. A venda da manteiga impulsionou o consumo de queijo.

1960 – ENTREGAS NA CAPITAL

O queijo e a manteiga chegavam a Lisboa de comboio. Era um dos doze tios de José Alexandre Santiago, na altura empregado da CP, quem recebia os produtos na estação de Alcântara-Terra e os vendia nas mercearias mais próximas.

1963 – MUDANÇA PARA ALCÂNTARA

No início dos anos 60, a visão de negócio passava pela consolidação na capital, o que fez com que a família Santiago se mudasse de “queijos e bagagens” para Lisboa, passando a morar na zona da Ajuda.

1964 – PALETES DE QUEIJO

José Alexandre Santiago chega a Lisboa depois de completar a tropa nos Açores e dedica-se ao negócio dos laticínios, focado numa expansão quantitativa e qualitativa.

Inicia-se a produção em Sacavém, na Quinta da Barroca. A produção de queijo fresco é de cerca de 100 litros por dia, o suficiente para o tornar num dos produtos de referência da Queijos Santiago. Nessa altura vendiam-se alguns milhares de quilos de queijo curado que vinham da Beira Baixa (produzidos habitualmente com leite de ovelha proveniente da produção de um familiar Santiago).

No verão, os Santiago dedicam-se à comercialização de melão para manter o rendimento familiar, uma vez que na estação quente não se vendiam queijos frescos, pela impossibilidade de conservação dos mesmos.

1968 – A PRIMEIRA FÁBRICA

Dá-se a abertura da primeira fábrica, com 6 colaboradores, em Algés. Esta dúzia de braços garantia a produção regular de queijos frescos, requeijão e queijo curado, feitos com leite de ovelha, dado que o leite de vaca estava inserido num monopólio e era revendido por apenas uma marca.

1977 – QUEIJOS FRESCOS DE VACA

Promulgada a lei da concorrência, o leite divide-se entre “consumo” e “fins industriais”, criando a oportunidade de se trabalhar o leite de vaca. Nascem, assim, os Queijos Frescos de Vaca Santiago.

1978 – PASTEURIZAÇÃO DA PRODUÇÃO

A obrigatoriedade de pasteurização do leite, imposta pelo Ministério da Agricultura aos produtores de queijo fresco, beneficiou a família Santiago, uma vez que já se utilizava esse processo na produção e não foi necessário fazer nenhuma adaptação. Esta vantagem permitiu conquistar quota e expandir o negócio rapidamente.

1985 – AUMENTO DA PRODUÇÃO DE LEITE

A produção de leite, tanto de vaca como de ovelha, aumentou para 2.000 litros por dia. Com o consumo de queijo de ovelha curado a crescer, atingem-se as 70 toneladas de queijo produzido por ano, com distribuição alargada a Lisboa, linha de Cascais, Covilhã e Guarda.

Um novo espaço para a cura de queijo, de 480m2, acompanhou o crescimento do consumo e da produção.

1995 – DE ALGÉS PARA MONTEMURO

Na altura em que passavam pela unidade de Algés 8 a 10 mil litros de leite por dia, surge a necessidade de deslocar a fábrica, por se encontrar em perímetro urbano.

A solução passou por comprar um dos concorrentes, a JD Lacticínios. Esta marca detinha uma unidade de produção em Montemuro (Mafra), onde a Queijos Santiago passou a operar com 20 colaboradores e a produzir o tão apreciado queijo fresco de vaca. Na época, o litro do leite de ovelha tinha um custo superior ao de vaca, havendo uma clara diferença de sabores e de valores.

2000 – CONQUISTA DO NORTE E CERTIFICAÇÃO

Aquisição da Lidador (queijos e enchidos) para consolidar a distribuição na zona norte do país.

Obtenção da certificação de gestão de qualidade, ISO9000, pela unidade de produção de Montemuro, o que representou uma grande valorização e fez da Queijos Santiago a primeira empresa de laticínios a ser certificada por esta norma.

2001 – NOVA FÁBRICA EM MONTEMURO

Abre uma fábrica mais moderna e com maior capacidade de produção, tornando mais depurado o conceito de tradição e bem fazer.

2007 – LIDERANÇA DE FRESCO

Consumada a aquisição da marca Campainha, o maior concorrente de queijo fresco da região saloia, a liderança no mercado do queijo fresco entra “porta adentro”.

2013 – PRODUÇÃO DO QUEIJO DE NISA DOP

Aquisição da forte marca Nisa DOP. A Denominação de Origem Protegida reforça a presença da Queijos Santiago no segmento dos queijos curados.

2015 – AZEITÃO E EXPANSÃO

A expansão da Queijos Santiago segue por Azeitão, com a aquisição da unidade de produção em Palmela, onde é feito o reconhecido Queijo de Azeitão DOP.

2016 – INTERNACIONALIZAÇÃO

Começam as obras de ampliação da fábrica de Montemuro e dá-se o início da internacionalização com a marca Santiagus. Obtenção de uma importante certificação mundial, IFS Food, pela fábrica de Azeitão, o que contribui para o objetivo de estender a comercialização a outros países.

2017 – APOSTAS GANHAS

Obtenção de uma importante certificação mundial, IFS, pela fábrica de Azeitão, o que contribui para o objetivo de estender a comercialização a outros países.

2018 – CENTENÁRIO

Ano de comemoração dos 100 anos de história e tradição da Queijos Santiago. 

Certificação IFS Food nas unidades Palmela, Montemuro e Torres Vedras.

2019 – NOVA UNIDADE FABRIL PORTALEGRE

Iniciam-se as obras de outra unidade fabril em Portalegre, com conclusão prevista para 2021.

2020 – EXPORTAÇÃO 5 CONTINENTES

Crescimento da exportação da marca, que já conta com uma lista de mais de 20 países em todos os continentes.

Lançamento Queijo Fresco para barrar e Queijo Fresco Biológico

2021 – FUTURO

Com novos lançamentos agendados, a Queijos Santiago procura aumentar a sua quota de mercado, procurando intensamente responder às novas tendências de consumo da sua categoria.

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